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Crônicas Capítulo 13:9
E,
chegando à eira de Quidom, estendeu Uzá a sua mão, para segurar a arca, porque
os bois tropeçavam.
A Arca, segundo a Lei
mosaica, deveria ser trazida por sacerdotes e não puxada por animais.
Uzá, além do mais, estendendo
a mão (sem considerar que provavelmente não estava limpo e, portanto idôneo a
encostar-se á Arca) estava dando uma “ajudinha” a Deus.
Em nossos dias também muitos
lideres tentam “ajudar o Evangelho a ser mais eficaz” e justificar qualquer
ação, ensino ou estratégia não bíblica e até mundana com o álibi do “funciona”
e do “que vai dar certo é certo”.
A frase que mais me
impactou, negativamente, da parte de um líder, neste ano, foi: “a fé funciona
independente de Deus”. E aí? O cristão verdadeiro recua quando se trata de
utilizar em nome de Deus uma força da alma/mente humana. A fé humana produz
sinais e até milagres em muitas religiões (budismo, catolicismo, hinduísmo),
mas não tem nada a ver com o agir do Espirito Santo. A fé humana funciona até
com os ímpios, e não pode ser comparada com a fé divina, salvadora e
transformadora.
O pensamento positivo,
a confissão positiva, a lei da atração, a teologia da prosperidade são lixo no
meio da cristandade. Os magos do Farão também fizeram muitos sinais, todavia a
autoria destes milagres não era divina, assim como podemos aprender em qualquer
Escola Dominical.
O pragmatismo religioso
é a síndrome de Uzá dos nossos dias: estão utilizando bois para carregar a
Palavra do Senhor. O proposito é ter uma igreja cheia de pessoas vazias. E se atrevam a
estender a mão para oferecer comida estragada no lugar do Pão da Vida.
Saudações.
por Matteo Attorre
