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domingo, 26 de agosto de 2012

A síndrome de Uzá.


1 Crônicas Capítulo 13:9

E, chegando à eira de Quidom, estendeu Uzá a sua mão, para segurar a arca, porque os bois tropeçavam.


A Arca, segundo a Lei mosaica, deveria ser trazida por sacerdotes e não puxada por animais.
Uzá, além do mais, estendendo a mão (sem considerar que provavelmente não estava limpo e, portanto idôneo a encostar-se á Arca) estava dando uma “ajudinha” a Deus. 


Em nossos dias também muitos lideres tentam “ajudar o Evangelho a ser mais eficaz” e justificar qualquer ação, ensino ou estratégia não bíblica e até mundana com o álibi do “funciona” e do “que vai dar certo é certo”. 

A frase que mais me impactou, negativamente, da parte de um líder, neste ano, foi: “a fé funciona independente de Deus”. E aí? O cristão verdadeiro recua quando se trata de utilizar em nome de Deus uma força da alma/mente humana. A fé humana produz sinais e até milagres em muitas religiões (budismo, catolicismo, hinduísmo), mas não tem nada a ver com o agir do Espirito Santo. A fé humana funciona até com os ímpios, e não pode ser comparada com a fé divina, salvadora e transformadora. 

O pensamento positivo, a confissão positiva, a lei da atração, a teologia da prosperidade são lixo no meio da cristandade. Os magos do Farão também fizeram muitos sinais, todavia a autoria destes milagres não era divina, assim como podemos aprender em qualquer Escola Dominical. 

O pragmatismo religioso é a síndrome de Uzá dos nossos dias: estão utilizando bois para carregar a Palavra do Senhor. O proposito é ter uma igreja cheia de pessoas vazias. E se atrevam a estender a mão para oferecer comida estragada no lugar do Pão da Vida.

Saudações.

por Matteo Attorre


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

O ministerio de Esaú.


O que me assusta é que apesar de muitas palavras bonitas, muita “oração” e muita arrogância espiritual, os feitos demonstram que muitos pastores, na realidade, vão fazendo sobretudo a vontade do homem e não de Deus. A realidade nós mostra que muitos pastores tomam decisões pelas emoções e no pelo Espirito. Pastores que, a maioria das vezes, conhecem o coração e as prioridades de Deus, mas de repente entra aquele negocio de atrair o povo com as novidades e os eventos gospel, de utilizar símbolos que possam agradar a alma católica dos membros, de planejar estratégias mundanas, e se prostrar ao pior pragmatismo religioso, porque o crescimento a qualquer custo se tornou o deus deles. O crescimento, então, torna-se indispensável para mostrar ao mundo que o próprio ministério é bem sucedido, para pagar as prestações do terreno que Deus não mandou comprar e do templo que Deus não mandou construir. Pastores que, escravos do pensamento comum ou dos próprios lideres caídos, confundindo submissão com subserviência, se colocam culpavelmente fora da vontade de Deus. Homens e mulheres de Deus praticando uma verdadeira prostituição ministerial e desperdiçando a maior das oportunidades, que é estar no centro da vontade de Deus.

Tudo em nome de Deus, mas sem consulta-Lo.