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sábado, 13 de outubro de 2012

Estratégias do inferno....



Tiago 2:19  Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o crêem, e estremecem”. 

Jonathan Edwards, comentando este versículo de Tiago, ressaltou, na sua época, que o simples conhecimento da existência de Deus, porquanto seja bom e necessário, não é a prova que a pessoa seja salva.

Os demônios tem um conhecimento de Deus superior à maioria dos homens, eles creem em Deus, e estremecem, porque eles estão certos de que serão punidos no inferno.

Então, dizer “eu sou salvo” somente porque você acredita em Deus é autoengano. 

Sem a regeneração pelo Espirito Santo, não existe mudança de vida e sem mudança de vida, muito provavelmente, não poderemos nos declarar “salvos”. 

Hoje, a maioria dos pregadores, para não criar desconforto nos ouvintes, deixa de esclarecer esta verdade e por esta razão nós temos muitas igrejas cheias de pessoas vazias que se acham justas, santas e salvas.

Estratégias do inferno...

Saudações

Matteo Attorre

Em que devemos crer? A importância da ressurreição de Jesus Cristo.


Romanos 4:25  o qual foi entregue por causa das nossas transgressões, e ressuscitou por causa da nossa justificação”.

1 Coríntios 15:17 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados”.

As Sagradas Escrituras afirmam que Jesus Cristo morreu na cruz por causa das nossas transgressões: o Filho de Deus morreu por nós e por nossos pecados. Com a Sua morte, Jesus Cristo cumpriu as justas exigências de Deus: Ele placou a ira de Deus e consequentemente nos reconciliou com Deus. Na cruz, antes de morrer, o Senhor disse claramente: “Está consumado!” (João 19:30). Ele afirmou, em outras palavras, que por meio da cruz estava realizada a obra redentora de Jesus Cristo.  

A morte de Jesus, então, foi necessária para satisfazer a justiça divina e liberar o homem da culpa do pecado. 

A ressurreição foi necessária para demostrar que o sacrifício de Jesus Cristo foi realmente aceito por Deus. Significa que o sangue derramado na cruz era sangue de homem realmente sem pecado, significa que o sacrifício foi perfeito e para sempre. O Senhor morreu por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação, ou seja, a ressurreição de Jesus Cristo é a prova da nossa justificação. O tumulo vazio é a prova que o homem é justificado aos olhos de Deus por causa da morte de cruz de Jesus Cristo. Em 2 Coríntios 5:21 é afirmado que “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós: para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus”. Jesus ressuscitou porque nós fomos justificados: Sua morte é a base da nossa justificação, enquanto Sua ressurreição é a prova da nossa justificação.

Pela Sua morte nós fomos justificados e uma vez justificados, Ele ressuscitou. Por esta razão em 1 Coríntios 15:17 é afirmado que sem a ressurreição de Jesus Cristo, vã seria a nossa fé, e ainda estaríamos permanecendo nos nossos pecados. A ressurreição de Jesus é a remoção de todas as duvidas do nosso coração, é a prova que o sacrifício do Senhor foi perfeito e que os nossos pecados foram perdoados.

Não é por acaso que em Romanos 10:9 a Bíblia afirma que “Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo”. A base da nossa fé, então, não é a morte redentora de Jesus Cristo, mas deve ser a Sua ressurreição. A morte de Jesus era exigência de Deus, a ressurreição de Jesus é o recibo de Deus ao homem que a sua divida foi paga.

Saudações

Matteo Attorre

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Seja anátema!


Gálatas 1:8

“Mas ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema.”

O evangelho gospel que está sendo pregado aqui no Brasil não confronta o homem com a realidade do pecado e com a Santidade de Deus, não o joga no chão, assim como aconteceu com Saulo, nem o joga aos pês da cruz. Este tipo de evangelho barato e criminoso produz simpatizantes de Jesus, pessoas que não são convertidas mas sim convencidas, convencidas de ter alcançado o céu apesar de não ter produzido e manifestado nenhuma transformação ou mudança de vida. Quem mentia continua mentindo, quem transava continua transando, quem amava o mundo continua amando o mundo como antes. Se o comportamento de quem se proclama evangélico é o mesmo de quem não é evangélico, significa que ainda a sua natureza é totalmente carnal e que não é salvo. Quem continua se gabando do pecado, pode até ter aparência de “crente”, mas o salário do pecado, ainda hoje, é a morte, conforme ás Escrituras.  Transformaram Jesus em um mantra que protege e salva quando o seu nome é pronunciado. Transformaram o evangelho em “boas noticias de autoajuda” e em uma exaltação do homem e da própria fé. Transformaram o Eterno em um servo que deve realizar os nossos sonhos e os nossos desejos.  Transformaram a obra e a Igreja do Senhor em um bom e proveitoso negócio. 


Deus providenciou um sacrifício perfeito por meio de seu Filho Jesus Cristo e um evangelho que é “o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê”, mas o Brasil preferiu deturpar o Evangelho de Jesus Cristo para realizar os seus próprios desejos carnais e para continuar adorando os seus “bezerros de ouro”. Este criminoso evangelho gospel se encaixa perfeitamente no atávico sincretismo religioso do povo brasileiro, e a sua mensagem  não incomoda, não confronta, não instrui, e não salva mais ninguém. 


A cada dia precisamos aguentar as piores aberrações teológicas e as mais ridículas bizarrices gospels. E o que é pior, tudo é feito em nome de Deus da parte de homens que nunca foram de Deus ou que já foram de Deus, mas que já caíram assim como aconteceu com Lúcifer. 


E o Evangelho, no Brasil, se transformou em uma piada: cruzeiro gospel, cheiradores de bíblia, anjos massageadores, botas de píton, unção do leão de Judá, unção de lagartixa, jumentinho BMW, oferta de primícias, oferta de Abrão, oferta de Melquisedeque, oferta de sacrifício, dizimo, bizimo e trizimo, lenço sagrado, celular ungido, óleo do monte Sinai, carnê cura-prosperidade-salvação, pai apóstolos, patriarcas, teologia da prosperidade, da confissão positiva, lei da atração, e assim por diante. 


Hoje, se o Spurgeon pregasse em nossas igrejas, quase ninguém aguentaria uma pregação de uma hora e que deixa o homem completamente descoberto diante da Santidade de Deus. Hoje quase nenhuma liderança aceitaria o apóstolo Paulo entre eles. Jesus, provavelmente, seria novamente crucificado pela igreja brasileira, enquanto as suas palavras seriam percebidas como duras e produziriam um “desnecessário” desconforto, assim como já aconteceu em sua época na Palestina. Ele perderia a maioria dos clientes conquistados, ao longo dos anos, pelos pastores lobos e sem vergonha desta época, Ele com certeza disperderia todos os "irmãos" alcançados por meio das estratégias carnais dos vendilhões da fé deste seculo.


Em outras ocasiões já afirmei que faz muito tempo que o câncer do pragmatismo religioso, do movimento gospel e do empreendedorismo exasperado tem se espalhado por aqui. A Igreja brasileira desprezou a oração, a busca da face do Senhor e a consequente dependência do Espirito Santo. Ela amou mais as trevas que a luz, menosprezando o sacrifício de Jesus - sacrificio que foi e permanece perfeito -, e enfim hoje parece que “o cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama” (2 Pe 2:22).


Saudações

Matteo Attorre