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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

O ministerio de Esaú.


O que me assusta é que apesar de muitas palavras bonitas, muita “oração” e muita arrogância espiritual, os feitos demonstram que muitos pastores, na realidade, vão fazendo sobretudo a vontade do homem e não de Deus. A realidade nós mostra que muitos pastores tomam decisões pelas emoções e no pelo Espirito. Pastores que, a maioria das vezes, conhecem o coração e as prioridades de Deus, mas de repente entra aquele negocio de atrair o povo com as novidades e os eventos gospel, de utilizar símbolos que possam agradar a alma católica dos membros, de planejar estratégias mundanas, e se prostrar ao pior pragmatismo religioso, porque o crescimento a qualquer custo se tornou o deus deles. O crescimento, então, torna-se indispensável para mostrar ao mundo que o próprio ministério é bem sucedido, para pagar as prestações do terreno que Deus não mandou comprar e do templo que Deus não mandou construir. Pastores que, escravos do pensamento comum ou dos próprios lideres caídos, confundindo submissão com subserviência, se colocam culpavelmente fora da vontade de Deus. Homens e mulheres de Deus praticando uma verdadeira prostituição ministerial e desperdiçando a maior das oportunidades, que é estar no centro da vontade de Deus.

Tudo em nome de Deus, mas sem consulta-Lo.

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