O que me assusta é que apesar de muitas palavras bonitas, muita
“oração” e muita arrogância espiritual, os feitos demonstram que muitos
pastores, na realidade, vão fazendo sobretudo a vontade do homem e não
de Deus. A realidade nós mostra que muitos pastores tomam decisões pelas
emoções e no pelo Espirito. Pastores que, a maioria das vezes, conhecem
o coração e as prioridades de Deus, mas de repente entra aquele negocio
de atrair o povo com as novidades e os eventos gospel, de utilizar
símbolos que possam agradar a alma católica dos membros, de planejar
estratégias mundanas, e se prostrar ao pior pragmatismo religioso,
porque o crescimento a qualquer custo se tornou o deus deles. O
crescimento, então, torna-se indispensável para mostrar ao mundo que o
próprio ministério é bem sucedido, para pagar as prestações do terreno
que Deus não mandou comprar e do templo que Deus não mandou construir.
Pastores que, escravos do pensamento comum ou dos próprios lideres
caídos, confundindo submissão com subserviência, se colocam
culpavelmente fora da vontade de Deus. Homens e mulheres de Deus
praticando uma verdadeira prostituição ministerial e desperdiçando a
maior das oportunidades, que é estar no centro da vontade de Deus.
Tudo em nome de Deus, mas sem consulta-Lo.
Tudo em nome de Deus, mas sem consulta-Lo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário